Manuela Veloso On Robot Companions

Manuela Veloso
Professor of Computer Science, Carnegie Mellon
Pittsburgh

Veloso, 53, a professor of computer science and member of the Robotics Institute at Carnegie Mellon University, is turning robots from joystick-operated poles on wheels into "CoBots" -- intelligent companions that can navigate and move.

"CoBots can accompany you to a particular place, give you a tour, do tasks, or stand in for you as telepresence. It seems like science fiction, but it's not. For instance, a robot within a specific building can find out where it is using Wi-Fi data, much like GPS is used outside, and then navigate around. Robots in human environments will not operate in the same way as humans -- the machine can use information that we humans cannot -- but they can achieve the same goals, though sometimes they'll need human help. If you ask a CoBot for a cup of coffee, since it doesn't have arms, it'll go to the kitchen and ask, 'Can you put a cup of coffee on me?' And because there tend to be more people to help in some areas than others, the robot learns the model of availability of people. That raises a beautiful research question: How does the robot know it cannot do it?"

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1 Comments

  • Fernando Bpatista

    Sem qualquer preconceito «luso-etno-cêntrico» (porque a «visão» humanista, universalista e polifónica do Mundo, da Vida e do Homem que tento cultivar não mo consente, além do mais por um imperativo de coerência intrínseca com o «Projecto de Cidadania Planetária» que convictamente defendo e vou tentando promover...), não posso deixar de manifestar, todavia, o meu mais profundo orgulho e a minha mais grata admiração pelo Valor e Mérito protagonizado por Manuela Veloso e, na pessoa dela, por todos os nossos Concidadãos Lusíadas — Mulheres e Homens — que, nessa mesma base axiológica e meritocrácica, em contextos quase sempre repletos de dificuldades e de obstáculos de toda a ordem, se realizam com referencial exemplaridade nos mais diversos sectores da Sociedade (desde a Agricultura e o Trabalho nas Fábricas e nas Empresas, à Investigação, à Ciência, à Vida Académica e Universitária, à Arte, à Literatura, etc...), afirmando, desse modo, a sua competência, a sua honestidade e dignidade e a sua capacidade inventiva e criadora!... É, no fundo, o triunfo daquele mesmo espírito indomável que costumamos traduzir através do velho registo popular que diz: «trepar na vida a pulso»!... Por tudo isso, aqui deixo o meu abraço solidário e fraterno à Manuela e, através dela, a todos os nossos Concidadãos da Diáspora.

    Viseu — Portugal, 2011.04.02
    Fernando Paulo Baptista
    fpbaptista@sapo.pt